Leonardo Jorge António Fragoso - Um Génio Feito Saudade Publicado originalmente no Rio de Janeiro por ocasião do cinquentenário da morte de António Fragoso, ocorrida em 1918, esta pequena biografia foi escrita pelo filho do médico que assistiu o compositor nos seus últimos dias. Relato comovido e comovente, inclui algumas cartas de António Fragoso e excertos de textos sobre ele escritos, por amigos e personalidades do meio musical, e publicados antes e após o seu falecimento. Reed. Câmara Municipal de Cantanhede, 2008.
Mário Cláudio Guilhermina Romance biográfico ficcionado em torno da figura de Guilhermina Suggia, publicado originalmente nos anos 80 como parte de uma trilogia, reeditado individualmente em Junho de 2007. Ed. Dom Quixote
José Guilherme Sacramento Notação Musical - Manual para Escrita, Edição e Revisão Perto de duas décadas de trabalho no campo da cópia, revisão e edição de partituras, para além da prática anterior enquanto músico, estão na base deste livro de José Sacramento, um livro útil para todos os que trabalham com música escrita - e não apenas os estudantes... Ed. Notação XXI, 2007.
Mozart na Selva – Sexo, Drogas e Música Clássica Escrito pela oboísta e crítica musical norte-americana Blair Tindall, que tocou como substituta em orquestras como a Filarmónica de Nova Iorque, o seu interesse vai muito além dos argumentos apimentados utilizados para a sua promoção em todos os países em que foi publicado: mais que traçar um retrato do meio boémio que é frequentemente o mundo da música clássica, onde o sexo e a droga são tão correntes como nos meandros da pop, o livro acompanha a evolução da indústria da música erudita nos Estados Unidos. Ao longo de uma narrativa sobre a sua experiência pessoal e profissional como oboísta, desde os anos de escola até à opção dramática de mudar de carreira devido à escassez de oferta de trabalho, Blair Tindall introduz factos e números resultantes da sua investigação sobre a forma caótica e vertiginosa como a indústria musical e as orquestras se desenvolveram na América do pós-guerra. Um livro que deve interessar a todos os que gostam de música, estejam dentro ou fora do meio, e que não deixa de nos fazer pensar, tanto por analogia como por contraste, na pequenez da indústria da música erudita no nosso país. Foi editado há poucos meses em Portugal, pela Guerra e Paz, e, embora a publicação seja de saudar, é penoso ler a versão portuguesa devido à péssima qualidade da tradução: a nossa língua é tratada a pontapé (o que é infelizmente cada vez mais comum no panorama editorial português), a terminologia musical é frequentemente incorrecta e não faltam verdadeiros achados como este: chamar aos barcos que fazem a travessia do rio Hudson (que banha Nova Iorque), “cacilheiros”. Sem mais comentários… Ed. Guerra e Paz, 2007